Antígona, Monólogo Clownesco
Adèll Nodé-langlois | De 12 a 15 de Maio’11
Sinopse:
Símbolo da rebelião, condenada à morte por ter sido
encontrada a enterrar, com
rituais sagrados celebrados
com as suas próprias mãos, o
corpo do seu irmão Polinices,...
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Antígona, Monólogo Clownesco
Adèll Nodé-langlois | De 12 a 15 de Maio’11
Sinopse:
Símbolo da rebelião, condenada à morte por ter sido
encontrada a enterrar, com
rituais sagrados celebrados
com as suas próprias mãos, o
corpo do seu irmão Polinices,
desobedecendo, assim, às
ordens do Rei Creonte, Antígona mantém o seu vestido
negro mas o seu nariz é agora
vermelho, o seu cabelo desgrenhado, e a sua boca bem
mais larga.
Sob a terra negra de Tebas,
é-nos dada a apreciar uma
pista de circo e uma Antígona
que é triste, contudo fanática.
E tudo isto é normal, não
tivesse o seu irmão morrido e
chegada agora a hora de ela o
enterrar.
Neste ritual, tudo é
emprestado.
Ela própria fabricou o caixão.
E de seguida há o curso de pintura, cavalos do circo e uma Antígona que se
debate, insurge-se e faz das honras fúnebres um grande carnaval inocente,
desgrenhado e exaltado.
Antígona é uma figura rebelde, que se insurge contra a lei e a Cidade.
Ela
inspirou inúmeros dramaturgos como Sófocles e An
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